terça-feira, 16 de abril de 2019

França: transição energética em prol de renováveis deve atrasar


Com forte dependência da energia nuclear, país dificilmente atingirá meta fixada para participação de fontes limpas até 2020

A França está atrasada [na sua meta para energias renováveis]’

Apesar de ter aumentado a participação de fontes renováveis em sua matriz elétrica em 64%, de 2007 a 2017, a França está distante de cumprir sua meta para o final da década.

Face ao objetivo fixado em 2008 pelos 28 Estados membros da União Europeia (UE-28), de 20% de renováveis no consumo final de energia até 2020; 11 países já atingiram este patamar, entre eles a República Checa, Dinamarca e Itália. 

segunda-feira, 25 de março de 2019

Solar fotovoltaico: Europa se prepara para recuperar terreno no setor

Desafio de fabricantes europeus é reconquistar mercado via “Gigafactories”, sem contrariar diretrizes da União Europeia

Projeto da Gigafactory Tesla, em Nevada (EUA), 100% alimentada por energia renovável, prevista para produzir 50 GWh de baterias para 500 mil carros, a partir de 2020
https://www.computerworld.com

Desde 2017 que a supremacia do mercado solar fotovoltaico foi para as mãos dos chineses. Os 10 maiores fabricantes mundiais de painéis solares estão na Ásia, 90% deles na China.

Até então campeões da produção de dispositivos fotovoltaicos, os gigantes europeus não param de decretar falência nos últimos dois anos.

quinta-feira, 21 de março de 2019

Equinócio: instante em que o Sol muda de hemisfério celeste


Momento em que os raios solares atravessam o plano do equador, marcando o início do outono no hemisfério sul

https://fr.wikipedia.org/wiki/%C3%89quinoxe

A palavra equinócio vem do latim: aequinoctium, contração de aequus (igual) com noctis (noite), designando que nessas datas temos exatamente 12 horas de dia e 12 horas de noite em todos os pontos do planeta.

O equinócio de outono pode ocorrer nos dias 19, 20 ou 21 de março. Este ano, se deu ontem às 18:58. Já o equinócio de primavera pode ser dia 20 ou 21 de setembro.

quarta-feira, 13 de março de 2019

Energia eólica: estocagem é arma de regulação em grande escala, diz revista especializada


Baterias, STEP, gaseificação... à medida em que aumenta o uso de energias renováveis, a estocagem ganha mais importância

FOTO: Jorrit Lousberg/Nuon (Recorte de capa - Le Journal d’Éolien onshore & offshore, No 32, dezembro de 2018)

Quando a presidenta Dilma disse na ONU, em 2015, que "estocar vento" era uma das dificuldades para se fomentar o uso de energia eólica em detrimento da energia de origem hidráulica, muitos riram. Incautos, para dizer o mínimo.

Uma das maiores editoras europeias sobre energias renováveis, a francesa Observatoire des Énergies Renouvelables, publicou recentemente uma edição especial de seu periódico Le Journal de l’Éolien, totalmente dedicada à estocagem da energia dos ventos.

segunda-feira, 11 de março de 2019

Energia nuclear: 8 anos após acidente de Fukushima, rastros de radiatividade continuam presentes

O 11 de março de 2011 marca a maior catástrofe nuclear desde o acidente de Chernobyl em 1986

https://cpb-us e1.wpmucdn.com/sites.suffolk.edu/dist/1/951/files/2015/10/FukushimaMeltdown101113.jpeg

Há exatos 8 anos, às 15:30 de uma sexta-feira, após um terremoto de magnitude 8,9, uma onda gigante destruiu reatores nucleares nas proximidades de Fukushima, cidade da costa leste japonesa.

Não bastassem os milhares de mortos e desalojados ao longo do litoral da ilha de Honshu, vítimas do tsunami, a radioatividade vazada dos reatores continua fazendo vítimas no Japão. Em 2015, foram anunciadas oficialmente 15.894 vítimas fatais.

domingo, 13 de janeiro de 2019

Alemanha: eletricidade renovável superou energia produzida por centrais a carvão pela 1ª vez em 2018

Geração elétrica com fontes limpas no país superou em 2 pontos percentuais a eletricidade à base de carvão

FOTO: REUTERS/FRED LANCELOT
https://qz.com/1515608/electricity-from-renewables-topped-coal-in-germany-for-first-time-in-2018

A transição energética alemã rumo a um modelo de baixo carbono segue em ritmo acelerado. Em 2018, pela primeira vez a Alemanha produziu mais eletricidade com fontes limpas do que a partir de centrais a carvão.

Um combo de energia eólica, solar, de biomassa e hidráulica respondeu por 40% da matriz elétrica, ante 38% da eletricidade de origem fóssil gerada em usinas de carvão.