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quarta-feira, 13 de março de 2019

Energia eólica: estocagem é arma de regulação em grande escala, diz revista especializada


Baterias, STEP, gaseificação... à medida em que aumenta o uso de energias renováveis, a estocagem ganha mais importância

FOTO: Jorrit Lousberg/Nuon (Recorte de capa - Le Journal d’Éolien onshore & offshore, No 32, dezembro de 2018)

Quando a presidenta Dilma disse na ONU, em 2015, que "estocar vento" era uma das dificuldades para se fomentar o uso de energia eólica em detrimento da energia de origem hidráulica, muitos riram. Incautos, para dizer o mínimo.

Uma das maiores editoras europeias sobre energias renováveis, a francesa Observatoire des Énergies Renouvelables, publicou recentemente uma edição especial de seu periódico Le Journal de l’Éolien, totalmente dedicada à estocagem da energia dos ventos.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Estocagem de energia eólica: ‘hidrogênio + biogás = eletricidade + calor’

‘Fórmula’ aplicada na Alemanha permite produção simultânea de energia e combustível, com aproveitamento máximo dos recursos renováveis 

Esquema de funcionamento da usina híbrida de Prenzlau, Alemanha (Adaptado de Le Journal du Photovoltaïque No8, Nov. 2012). ILUSTRAÇÃO: Marie Agnès Guichard/Rômer

Imagine um parque eólico que gera mais eletricidade do que a rede elétrica pode absorver. Como aproveitar este excedente de energia? Uma das soluções vem da Alemanha: armazenar o excesso de energia gerada pelo vento na forma de hidrogênio (figura). 

Desde outubro de 2011, está em operação comercial uma central baseada neste princípio, com tecnologia da empresa alemã Enertrag. Instalada em Prenzlau (150 km ao norte de Berlim), a usina produz simultaneamente energia elétrica, calor e hidrogênio carburante.